Para o presidente do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, Paulo Augusto de Arruda Mello, pesquisas como essa buscam alternativas aos tampões, bastante rejeitados. "As crianças odeiam usá-los", diz. Por isso, Mello vê importância no trabalho, que pode abrir perspectivas para novos tratamentos, mas acredita que é preciso ter mais evidências científicas para mudar a conduta do tratamento nos consultórios. Célia Nakanami, presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica, concorda. Ela afirma que ainda não há comprovação de como a acupuntura atua no córtex visual e que é preciso responder a diversas questões antes de indicar o tratamento como praxe. "Métodos alternativos devem ser acompanhados de perto. Corre-se o risco de perder a oportunidade de fazer um tratamento clássico eficaz enquanto ainda há tempo de obter maior taxa de cura", afirma Mello.
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Acupuntura pode ajudar a corrigir "olho preguiçoso"
REJEIÇÃO AO TAMPÃO
Para o presidente do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, Paulo Augusto de Arruda Mello, pesquisas como essa buscam alternativas aos tampões, bastante rejeitados. "As crianças odeiam usá-los", diz. Por isso, Mello vê importância no trabalho, que pode abrir perspectivas para novos tratamentos, mas acredita que é preciso ter mais evidências científicas para mudar a conduta do tratamento nos consultórios. Célia Nakanami, presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica, concorda. Ela afirma que ainda não há comprovação de como a acupuntura atua no córtex visual e que é preciso responder a diversas questões antes de indicar o tratamento como praxe. "Métodos alternativos devem ser acompanhados de perto. Corre-se o risco de perder a oportunidade de fazer um tratamento clássico eficaz enquanto ainda há tempo de obter maior taxa de cura", afirma Mello.
Para o presidente do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, Paulo Augusto de Arruda Mello, pesquisas como essa buscam alternativas aos tampões, bastante rejeitados. "As crianças odeiam usá-los", diz. Por isso, Mello vê importância no trabalho, que pode abrir perspectivas para novos tratamentos, mas acredita que é preciso ter mais evidências científicas para mudar a conduta do tratamento nos consultórios. Célia Nakanami, presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica, concorda. Ela afirma que ainda não há comprovação de como a acupuntura atua no córtex visual e que é preciso responder a diversas questões antes de indicar o tratamento como praxe. "Métodos alternativos devem ser acompanhados de perto. Corre-se o risco de perder a oportunidade de fazer um tratamento clássico eficaz enquanto ainda há tempo de obter maior taxa de cura", afirma Mello.
Fonte: Folha.com
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